APH, remoção, eventos e cooperativas

Empresas de APH não falham por falta de operação. Falham por falta de visibilidade.

Operação, regulação e faturamento tratados como um percurso só, para que o dado registrado na rua não precise ser redigitado a cada etapa.

O prontuário do setor

Antes de falar do que a gente faz, o que a gente enxerga.

Dezenove dores do mercado, não da sua empresa. É delas que o Cordix nasceu.

19 achados5 sistemasnenhum deles inventado

1/5A rua

  1. /01Deslocamento vazioQuilômetro sem paciente sai do combustível, do desgaste e da viatura que não estava livre na urgência seguinte.
  2. /02Maca retida no hospitalA equipe fica no corredor esperando o hospital assumir o paciente e liberar a maca. A fila cresce lá fora.
  3. /03Pico e vazio no escuroSem histórico, o tamanho da frota é chute: pico vira hora extra, e vazio vira viatura parada custando igual.
  4. /04Barreira na retiradaEscada estreita, prédio sem elevador, chuva, e a papelada do hospital para liberar. O tempo sai do corpo da equipe.

2/5A central

  1. /05O sistema não avisaQuem descobre o atraso é o operador varrendo a tela. Ou o contratante, ligando.
  2. /06Despacho por vozAviso em voz alta na sala e ligação para cobrar, no lugar de um despacho que chega sozinho.
  3. /07Rechamado vira chamado novoA cobrança de um chamado antigo entra como se fosse outro e suja a fila de regulação.
  4. /08Sistema que não é da ruaO software não segue as etapas reais do atendimento, então a equipe aprende a burlá-lo para conseguir trabalhar.

3/5A equipe

  1. /09A pausa que não existeLimpar a tela vem antes de comer e do banheiro. Depois vira nunca. E nunca vira gente pedindo demissão.
  2. /10Furo de escala na horaTroca combinada no WhatsApp, escala remontada à mão todo dia, e ninguém sabe quem estava naquela viatura.
  3. /11Central contra ruaUm culpa o outro por um problema que é do processo, e o atrito vira rotina de plantão.
  4. /12Jornada que não fechaDuplo vínculo para fechar o mês, sobrecarga de sirene e telefone, e a conta chega como erro operacional.

4/5O caixa

  1. /13Glosa e inadimplênciaO que foi feito e o que foi pago só se encontram no fechamento. Tarde para contestar.O que foi feito e o que foi pago só se encontram no fechamento. Tarde para contestar.
  2. /14Repasse fora do sistemaQuanto se deve a cada prestador e a cada colaborador sai de planilha ou de outro sistema. Se errar, ninguém percebe.O repasse a prestador e a colaborador sai de planilha ou de outro sistema.
  3. /15Desperdício invisívelCombustível extra, hora extra, multa e desgaste aparecem somados no fim do mês, quando a decisão que os causou já passou.Combustível, hora extra, multa e desgaste só aparecem somados no fim do mês.
  4. /16Contrato que não cabe no sistemaParticularidade de cliente, de cooperativa e de prestador vive num controle paralelo, fora do sistema.Particularidade de cliente, cooperativa e prestador vive fora do sistema.
  5. /17O preço de mudar de ideiaCada ajuste à operação vira orçamento. Mudar o sistema custa mais que dobrar o processo. Então o processo é que dobra.Cada ajuste à operação vira orçamento. Mudar o sistema custa mais que dobrar o processo.

5/5Quem chamou

  1. /18Espera sem previsãoSem previsão de chegada, quem chamou liga de novo. E de novo. A central passa a atender ligação em vez de tocar a missão.
  2. /19O SLA que quebra caladoO contratante descobre o atraso quando o paciente já perdeu a consulta, o exame ou o procedimento.
Como a gente pensa o sistema

Onze princípios atravessam cada tela.

Não são funcionalidades: são decisões de projeto que valem do cadastro ao fechamento. Nove deles aparecem aqui, pelo nome. Os outros dois, e o que cada nome significa na prática, ficam para a conversa com a tela na frente.

Foco no indivíduo

O condutor é profissional. O profissional também pode ser paciente.

No Cordix, a pessoa vem antes do papel que ela está exercendo.

A mesma pessoa

Condutorna direção da viatura Profissionalno plantão da escala Pacienteno atendimento de amanhã

um cadastro só, não três

Origem

O Cordix foi feito por quem operou central, atendeu na rua e brigou com sistema.

Tela confusa, dado incompleto, registro perdido. A gente viveu essa lista de dentro.

A ideia

Um só organismo.

A missão nasce na central, recebe a equipe com o recurso que ela pedir (viatura, moto, aeronave) e chega na rua. O registro volta com ela e segue vivo: alimenta o plantão, o repasse de quem atendeu e a fatura de quem contratou, sem ninguém redigitar.

Acesso & IdentidadeA pessoa antes do papelUm cadastro de pessoa que atravessa papéis, com PIN de campo no lugar de senha digitada na chuva.Operação & ClínicaO registro nasce na cenaO prontuário nasce na cena, no celular da equipe, e chega inteiro na central, sem redigitação.Recursos & EscalaQuem pode atender, e com o quêEscala, frota e base no mesmo lugar: quem pode atender aparece com o recurso que ele leva.Comercial & FaturamentoA fatura sai do que foi feitoContrato, tabela e glosa conversando com a operação, sem planilha no meio do caminho.Visão & GovernançaO serviço, enquanto aconteceCada etapa deixa rastro auditável, e o painel mostra o serviço acontecendo agora.

Capacidade pra cada canto da operação, num corpo só. Vivo, e sempre evoluindo.

A prova

Falar, todo mundo fala.

A gente monta a demonstração em cima da sua operação. Você vê como seria, não como poderia ser.

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Mapeamos essas dores uma a uma e construímos resposta para cada uma delas. Agora a gente quer mostrar, com o sistema aberto na sua frente. Fale com a gente por onde preferir.

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